Por despreocupação, por desconhecimento ou por atitude os juízes erram, erram muito e acabam por tirar brilho e interesse ao jogo.
Os homens do apito deveriam ser exemplares e contribuir para a exigida aplicação das regras e, desta forma, concorrerem para o processo de formação e crescimento dos jovens atletas, para que no futuro seja possível garantir desafios limpos, aqueles que levam os adeptos aos campos de jogo.
Infelizmente, e há muito que acompanhamos os nossos filhos, a realidade dá conta da falta de profissionalismo de quem parece apitar um jogo apenas para assegurar (mais) uns míseros cêntimos ao fim do mês. Assim, não!
Estes pseudo-juízes podem não prejudicar as equipas, não terão influência nos resultados, mas são, certamente, a tal pedra que trava a engrenagem que permite a promoção e o desenvolvimento da modalidade, para a qual treinadores, dirigentes desportivos atletas e os seus pais muito contribuem e de forma abnegada.
Importa que as associações e federações comecem a analisar esta situação, sob pena de perderem a batalha na divulgação e expansão das modalidades que representam.
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